O que Uruoca compra de outros países
Importações das empresas da cidade, por produto e por país de origem, com os números oficiais do governo.
De outubro de 2025 a setembro de 2026, empresas de Uruoca compraram US$ 659,1 mil de outros países. É 3.738% a mais do que nos 12 meses anteriores, quando foram US$ 17,2 mil.
Dados oficiais do governo até setembro de 2026. Os meses mais recentes ainda podem ser revistos, e a fonte pode ter atraso ou erro.
Entre as 74 cidades de Ceará que importaram, Uruoca ficou em 38º lugar. No Brasil, em 1.393º entre 2.567.
Ver o ranking de importaçõesTodos os produtos (2)
Nos últimos 12 meses. Toque em um produto para ver de onde ele vem.
- 1Mós e artefactos semelhantes, sem armação, para moer, desfibrar…10 toneladasUS$ 653,4 mil99%
- 2Outras obras de ferro ou aço0,1 toneladasUS$ 5.7000,9%
Todos os países (1)
Nos últimos 12 meses. Toque em um país para ver o que vem de lá.
- 1ChinaUS$ 659,1 mil100%
Mês a mês
Valor comprado em cada um dos últimos 24 meses. Passe o dedo ou o mouse numa barra para ver o mês.
Ano a ano
- 2021US$ 336,6 mil
- 2022US$ 394,9 mil
- 2023US$ 278 mil
- 2024US$ 158,7 mil
- 2025US$ 219,8 mil
- 2026 (até setembro)US$ 456,5 mil
Cada compra é contada na cidade do endereço fiscal da empresa que importou, e não onde o produto é usado. Por isso, cidades com portos, sedes de grandes empresas ou importadoras aparecem com valores altos. Os valores estão em dólares, como o governo publica, sem descontar a inflação.
Perguntas sobre as importações de Uruoca
Quanto Uruoca importa?
De outubro de 2025 a setembro de 2026, empresas com endereço fiscal em Uruoca (CE) compraram US$ 659,1 mil de outros países: 2 produtos, de 1 país.
O que Uruoca mais importa?
Nos últimos 12 meses, os produtos mais comprados foram Mós e artefactos semelhantes, sem armação, para moer, desfibrar… (99%), Outras obras de ferro ou aço (0,9%).
De quais países Uruoca mais importa?
Nos últimos 12 meses, as principais origens foram China (100%).
Por que esse valor pode ser diferente do que a cidade consome?
Cada compra é contada na cidade do endereço fiscal da empresa que importou, e não onde o produto é usado. Por isso, cidades com portos, sedes de grandes empresas ou importadoras aparecem com valores altos. Os valores estão em dólares, como o governo publica, sem descontar a inflação.